Avaliação da capacidade e volumes pulmonares.
A espirometria mede a quantidade de ar que uma pessoa consegue soprar e a rapidez com que o faz. Muito indicada para diagnosticar doenças respiratórias crônicas como asma e enfisema pulmonar.
O paciente senta-se e coloca um clipe nasal para evitar a saída de ar pelo nariz. Ele inspira o máximo de ar possível e depois sopra com força máxima e rapidez em um bocal conectado ao espirômetro.
A espirometria serve para diagnosticar e acompanhar o tratamento de doenças respiratórias crônicas como asma, bronquite crônica e DPOC (enfisema pulmonar), além de quantificar obstruções brônquicas, medir a capacidade pulmonar total e avaliar o risco respiratório antes de cirurgias de médio e grande porte.
Falta de ar crônica, chiado no peito, tosse persistente, acompanhamento de asma ou DPOC e avaliação pré-operatória de grandes cirurgias.
Asma é uma inflamação crônica dos brônquios (reversível com medicação). A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é um dano pulmonar irreversível, geralmente causado pelo tabagismo.
Após soprar uma primeira vez, o paciente inala uma medicação dilatadora (bombinha) e repete o sopro 15 minutos depois para avaliar se houve melhora no fluxo de ar.
Exige esforço físico rápido e sopros fortes, o que pode causar uma leve tontura passageira ou cansaço leve.
Ultrassonografia / Exames
30 minutos
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