Rastreamento precoce de malformações e riscos genéticos.
O primeiro exame morfológico é crucial no rastreamento de anomalias cromossômicas (como a Síndrome de Down, Síndrome de Edwards e Síndrome de Patau). É realizado em uma janela curta de gestação.
Geralmente realizado por via abdominal, mas em alguns casos pode requerer complementação por via transvaginal para obter detalhes mais nítidos das estruturas do bebê.
Medir a Translucência Nucal (TN), avaliar o osso nasal, avaliar o fluxo sanguíneo no ducto venoso e realizar a triagem estatística de riscos cromossômicos.
Deve ser realizado obrigatoriamente entre 11 semanas e 13 semanas e 6 dias (idade gestacional baseada no comprimento do bebê).
É a medição de uma espessura de fluido na nuca do bebê. Medidas aumentadas podem indicar maior risco de alterações genéticas ou cardiopatias.
Pode-se avaliar a inclinação do tubérculo genital para dar um palpite com cerca de 80% de precisão se o bebê estiver em boa posição, mas o exame não é focado nisso.
Não. O NIPT avalia o DNA fetal no sangue materno para risco genético, mas o morfológico avalia malformações físicas precoces e fluxo sanguíneo uterino (risco de pré-eclâmpsia) que o exame de sangue não detecta.
Ultrassonografia / Exames
45 minutos
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